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Fevereiro 28, 2018 07:32 PM

Na mais recente sessão da Assembleia Municipal de Faro, realizada a 19 de fevereiro, o Bloco de Esquerda apresentou 3 moções, tendo todas vindo a ser aprovadas. As iniciativas municipais apresentadas pelo Bloco podem ser consultadas aquiaqui e aqui.

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Janeiro 8, 2015 04:14 PM

Esclarecimento sobre a nota de imprensa do CDS relativa à falta de preocupação social dos partidos que votaram contra a proposta desta força política na mais recente Assembleia Municipal de Faro

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Outubro 17, 2011 12:00 AM

Macário Correia apresenta contas e conclui que aqui e ali as rendas desceram. Só que, pelas próprias contas apresentadas pela autarquia, a média das rendas vai passar de 48,71 para 106,96 euros, ou seja, um aumento médio de mais de 100%.

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Janeiro 1, 2011 01:00 AM

As cidadãs e cidadãos de Faro elegeram um representante do Bloco de Esquerda na Assembleia Municipal de Faro, cumpre-nos agora prestar conta a quem nos elegeu e à restante cidadania de Faro.

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Novembro 8, 2010 01:00 AM

Na reunião da Assembleia Municipal do passado dia 3, o PSD aprovou, com a conivência do PS, a contratação de um empréstimo de 50 milhões de euros pelo período de 20 anos. Segundo a simulação apresentada, este empréstimo obrigará a Câmara Municipal de Faro a despender cerca de 5 milhões de euros anuais em juros e amortização da dívida.

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Setembro 28, 2009 12:00 AM

Votei contra o requerimento para que a votação do Relatório da Comissão da AMF sobre o modelo financeiro da FAGAR fosse simultaneamente a mesma votação sobre esse modelo e alterações aos Estatutos da empresa, porque, embora concordando com o Relatório nos vários pontos que propõe de alteração à proposta de modelo apresentada pela Câmara, mantenho a posição, sempre assumida pelo BE, de que a Fagar deve ser remunicipalizada, voltando os seus serviços a serem de gestão exclusiva da autarquia.

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Março 10, 2009 01:00 AM

Começo dizendo que julgo ser de todo o interesse a existência de empresas deste tipo. Até para a reciclagem de resíduos de madeira, nomeadamente lenhas da mata do Ludo e do Pontal, e também quaisquer outros resíduos da construção civil. Mas não faz sentido que esteja instalada dentro da zona do Pontal (Quinta da Torre), em pleno domínio do Parque Natural da Ria Formosa (PNRF), em espaço considerado pelo PDM como “espaço natural –área florestal de protecção” e ainda, numa pequena parte, como Rede Natura 2000. Mesmo que esta múltipla anomalia tenha sido, a seu tempo, autorizada.

Opinião

Lamentável que tantos organizadores, apresentadores, comentadores, tudo tão inteligente, tão in e prá’frentex, tenham olimpicamente ignorado o colonialismo e os crimes israelitas, mesmo nas barbas dos assassinatos que, na fúria do momento, estão despudoradamente a cometer sobre as martirizadas populações aprisionadas na faixa de Gaza. O pacóvio deslumbramento de quem pensa que também é gente só porque, lá de longe em longe, os donos disto tudo lhe dão um ossinho a roer, para que eles possam continuar a abancar-se com o porco do dinheiro e do poder, também ajudou bem a esta cegueira indesculpável.

É necessário, investir mais na melhoria dos serviços públicos e na promoção de uma cultura politica virada para a cidadania.  Exigir a manutenção do sector da água no Estado. Criar condições para o envolvimento e auscultação das populações, técnicos e empresários no processo de revisão do PDM que se avizinha. Lutarmos, pela  descentralização administrativa de competências para as autarquias que não ponham em causa as obrigações sociais do Estado  e um tratamento igual para todos os cidadãos, independente do município onde vivam e pela criação de novos mecanismos para que as assembleias municipais sejam capazes de poder cumprir a sua função fiscalizadora da actividade municipal. E retomar o processo de discussão da reorganização das freguesias, consultando as populações, através do referendo local.

A causa palestiniana é uma das mais justificadas lutas de um povo, senão a mais baseada e de há mais tempo, no chamado “direito internacional”, mas que em contrapartida é a que menos se concretiza. Pelo contrário, é aquela que, paulatinamente, mais é destroçada e reprimida pelo estado colonizador, Israel, com a cumplicidade das potências que o sustentam (EUA em primeiro lugar) e a impotência ou o cinismo da restante “comunidade internacional”.

Presentemente, em Olhão, faltam casas para venda ou arrendamento e as poucas que existem atingem preços elevadíssimosComo satisfazer a necessidade de habitação dos jovens e das famílias mais carenciadas? Para resolver este problema tem que haver investimento municipal e vontade política para utilizar os instrumentos e condições disponíveis. É então possível minorar a grave carência de habitações com que atualmente os  olhanenses se vêm confrontados 

O turismo náutico é um tipo de turismo cada vez mais em moda e com tendência à massificação (…). No caso do projeto para Olhão, em que o porto de recreio e a área de navegação se encontram em plena Ria Formosa, colocam-se todos os problemas ambientais e socio-económicos que daí advêm (…): põe em risco o equilíbrio ecológico da área protegida da ria; (…) põe risco recursos de pesca com papel importante na economia local e qualidade de vida das populações; (…) prejudica a relação visual com a ria e a preservação da imagem global de açoteias e mirantes que identifica a cidade cubista; (…) implica a deslocalização de atividades tradicionais, o que irá destruir modos de vida únicos e autênticos que fazem parte de uma apropriação popular das zonas ribeirinhas (…) (VER ARTIGO COMPLETO NO INTERIOR)

Era uma vez dois príncipes que nasceram muito simpáticos para o povo (…). Um tornou-se rei com todo o aparato, pompa e reconhecimento dos donos do império (…), o outro diz que abandonou a corte mas conspira com castelhanos e afins aspirando lá voltar.  (…) Ser ou não ser rei, eis a questão. Mas cuidado que o descontentamento continua e a república espreita - a populaça quer é qualidade de vida para todos no reino de Olhão! (ver desenvolvimento no interior da página)

Foi vice-rei e agora é rei e rei quererá ser! (...) quer deixar marca – daí que o cognome seja o marcador. O Mandato que é reinado, o concelho que é feudo, o futuro que é visão divina de capricho e epopeia, o poder que é a corte e a embaixada mercantil de privilégio régio, os outros que são os súbditos, os vassalos ou os conspiradores das bombas, os viveiros, os resorts, as marinas e os hotéis que são os castelos e as coutadas, a postura que é a verdade absoluta de inspiração divina, superior, acolchoada no berço, nos secretismos iluminados e nos golpes palacianos de toda a estratégia e propaganda... (ver desenvolvimento no interior da página)